Peixe Podre – O Fedor do Passado: As Crônicas
Fevereiro 1, 2011
Finalmente eis que atendemos vossos pedidos clementes e entramos num novo rumo de edeotices extremas, sempre desrespeitando intencionalmente os valores éticos que rodeiam os seres humanos. Como toda boa revista (ou blog), contaremos a partir de agora com uma coluna de Cronistas (som de coral enquanto se lê Cronistas [som de coral de novo]).
Para todos os frequentadores que nos procuram sedentos de conhecimento e adrenalina barata misturada com um pouco de endorfina e uma dose saudável de morfina com criolina, que vai transformar o cérebro de vocês em pura gelatina (humor de irmão de genitores [lê-se tiozão]), aqui chega o início da coluna do Peixe Podre – O Fedor do Passado.
Para vocês que não sabem o que deabos um cronista faz, explicarei de forma sucinta e prática. Para o bom entendimento das qualidades de um cronista, basta pensar no tiozão bêbado que fica berrando no bar na frente da sua casa. Pois se você der atenção ele começa a contar histórias absurdas de como atirou bois vivos em cima da guerrilha irlandesa, ou como ajudou a rainha da Inglaterra a escapar do castelo do Koopa (sim o do Super Mario) em uma viagem alucinante causada por cogumelos mágicos (humor psicodélico).
Todos sabem a fama que rodeia este brogue, portanto é totalmente desnecessário para nós, mencionar-lhes que basta que nossa equipe peide para que apareça um exército troiano de cronistas prontos a darem pareceres sobre seu cotidiano. Aproveitamos tal situação para fazer um broque diferente e ousado, abrindo aos visitantes a oportunidade de enviarem suas melhores crônicas para a publicação em nosso fantástico blog, atingindo assim o prestígio que sempre sonharam com suas histórias imbecis!
Novos cronistas interessados devem enviar seus textos para aguagostosa@hotmail.com, todos os textos devem ser assinados por seus respectivos pseudônimos, mencionando que todas as porcarias que vocês escreverem serão revistas a fim de se encaixarem nos altos padrões qualitativos deste brog! Ou seja, se você ficar viajando, escrevendo palavrões e recontando passados inglórios como um perdedor, você será mais que bem-vindo aqui! Mas lembramos que o brogue não é responsável se seu texto for criticado por ser um estrume maior que o natural, além do que esclarecemos que se os leitores quiserem linchar alguém, que linchem o autor (esse anormal)!
Por hora, continuaremos nossa nova coluna com escritores com parte da nossa fantástica equipe, que não vê a hora de recontar aventuras roqueinrou para um bando de desocupados que gostam de ouvir histórias de jerico (humor paternal).
Finalmente! Vocês deveriam ter vergonha de ter sumido assim, do nada.. sem mais nem menos.. sem deixar um bilhete de adeus, ou qualquer aviso que fosse pra que o desespero pudesse ser, ao menos, contido! Isso PRECISA ser compensado, ouviram? Ficarei de olho, clicando como uma louca que nada mais tem para fazer na vida, esperando os próximos posts. Agora, hora de estralar meu pescoço e começar a ler o tal do poust que vem a seguir…..
E lá vamos nós (como diz a bruxa do pica pau)…
Agora gostei, acho que serei um “coronista” (de acordo com o Seu Madruga) desse/deste blog ou brog, como queira…
Enviarei minhas histórias psicodélicas para ti assim que possível, tendo em vista que não tenha muitas histórias distintas de serem lidas, mas o que vale a pena é que talvez eu seja criticado pela falta de sentido que ele vai ter entre outras coisas mais que não prendem a atenção do leitor, mas no final eles sempre acabam lendo…
Até mais fanfarrão!
Isso me faz lembrar o tempo que eu escrevia, e me bateu uma vontade de escrever tb. O problema é que eu só sei escrever contos tristes e de partir o coração (e novamente o som do coral).